[#PqNão?] Amor Próprio: 5 livros pra (aprender a) se amar

Alô, alô, pessoal! Estava bem ansiosa pra fazer esse post de fim da semana porque ele faz parte de um projeto do pessoal do QG! A semana do #PqNão tem o intuito de estimular o pensamento crítico e compartilhar opiniões diferentes sobre os mais diversos temas! Para falar a verdade, eu pensei em um montão de temas… Poderia ficar um ano falando sobre vários deles… Feminismo, desigualdade, diversidade… Eram tantos! Mas todos eles não pareceram se encaixar na mensagem que eu gostaria de passar como esse, o escolhido: O amor próprio!

Em tempos de confusões, inseguranças e medos, acho muito importante falar sobre esse assunto, até porque, sinto que ele é muito subestimado. Apesar de ter muito mais visiibilidade do que outrora, ainda tem muita gente que não entende sua importância.

amor

imagem retirada do site superela.com

Tudo bem, mas, afinal, que diabos é o amor próprio? Basicamente, se amar. Ah, Giovanna! Eu me amo! Mas será que ama mesmo? Desenvolver esse sentimento pode ser muito mais difícil do que parece, afinal, certas barreiras (muitas vezes criadas pela própria sociedade ou por nós mesmos) podem nos impedir de vermos o que realmente importa: a nossa essência e o quão incrível somos.

Pode parecer óbvio, mas acontece que ter amor próprio é um pouquinho mais do que só gostar de você mesmo… Ter amor próprio é perceber os próprios defeitos, erros, e se aceitar. Cuidar-se, admirar-se e valorizar-se. É ter importância para si mesmo. É não permitir que nosso valor (aquele que temos por nós mesmos) seja arrancado ou tirado, por nada, nem ninguém.  É, também, dizer não a algo que te incomode, algo que não te faça bem, ser justo consigo mesmo. É sair sozinho, simplesmente porque quer. É realizar mimos para si mesmo… Uma ida ao cinema, um livro novo (hehe), um elogio sincero a si mesmo. Não se cobrar mais do que o seu limite, não se colocar em segundo lugar, perceber quando algo é ruim pra você. Ufa! Quanta coisa, né? E isso não é nem o começo…

Apesar de parecer complicado, é, na verdade, muito simples. Amar-se é perceber a pessoa maravilhosa que existe por trás de tudo que você já pode ter passado, e, por mais que, às vezes, isso possa parecer difícil de se ver ou até mesmo impossível, acredite! Você é uma pessoa maravilhosa! Dane-se o que os outros digam, dane-se o que tentem fazer contigo: você é d-e-m-a-i-s. E é isso que importa.

Há também um outro ponto muito importante a ser tratado, mas que não vale para todo mundo. Algumas pessoas são felizes sozinhas, outras não, e, se você é uma delas e não se ama, como espera que outra pessoa pode fazê-lo? Quero dizer… Sim, as pessoas te amam. Mas isso, a falta de amor próprio, pode acabar te impedindo de perceber. É comum, à pessoas que não tem essa capacidade, apoiarem-se em outras, buscando, muitas vezes, algo que só vão poder encontrar em si mesmos. Não é saudável, não é agradável.

O intuito do post do hoje, então, é que você pare e reflita, e se ame. Mais do que tudo! Mesmo quando for difícil, mesmo quando não quiser, mesmo quando te disserem o contrário, mesmo quando tentarem te provar o contrário… Ame-se!! Mas vale também ressaltar que amor próprio é diferente de egocentrismo, egoísmo ou falta de humildade… Que vai ser assunto pra outro post.

Pra finalizar, vou dividir com vocês os 5 melhores livros (pra todos os tipos e gostos) que podem ajudar nessa jornada que é, sim, muitas vezes, complicada. Confiram!

amor101. Apaixone-se por si mesmo (Walter Riso)

“A conhecida afirmativa ‘precisamos primeiro nos amar para que os outros nos amem também’ é o ponto de partida de Apaixone-se por si mesmo. Para o autor da obra, o psicólogo Walter Riso, a frase é um dos melhores conselhos que se pode dar a alguém. Afinal, quem não tem um relacionamento saudável consigo mesmo e não sabe reconhecer os seus próprios pontos fortes e suas belezas, não consegue viver bem no mundo de hoje. Mas como ser, de fato, uma pessoa apaixonada por si mesma e estar sempre com a autoestima elevada? Indicar os caminhos para tal é a missão do autor nesta obra. Com exemplos reais e dicas diretas, ele ensina como atingir esses dois feitos […] Walter Riso orienta o leitor a amar-se de verdade, porém sem arrogância, orgulho ou vaidade. [..] Segundo o autor, não há nada de errado em se amar de maneira honesta, em se aceitar. Amar a si mesmo é propiciar a autoconservação sadia, é ‘considerar-se digno do melhor, fortalecer o respeito próprio e dar-se a oportunidade de ser feliz pelo simples fato de estar vivo – e sem nenhuma outra razão’.” (imagem retirada de www.lufernandes.com.br)

amor202. Quando me amei de verdade (Kim McMillen e Alison McMillen)

“O sucesso de Quando me Amei de Verdade nasceu por acaso. Kim McMillen escreveu num caderninho suas reflexões sobre a vida, e sua filha, Alison, fez uma edição artesanal para presentear alguns parentes e amigos. O livro foi passando de mão em mão, encantando as pessoas por transmitir, de forma simples, verdades importantes: nunca estamos sozinhos quando sabemos aproveitar nossa própria companhia e, para amar os outros, precisamos primeiro nos amar. Este livro é um lindo presente, que pode ser compartilhado por pais, filhos, namorados e amigos. Ele ensina que a felicidade está dentro de cada um de nós e que encontrá-la é mais fácil do que imaginamos.” (imagem retirada de www.esextante.com.br)

amor303. Seja líder de si mesmo (Augusto Cury)

“Neste livro, você vai descobrir as ferramentas necessárias para se tornar o autor da sua própria história e fazer da sua vida um grande espetáculo. ‘Somos treinados para dirigir um carro, uma empresa, exercer uma profissão. Mas somos treinados para governar nossos pensamentos? Aprendemos quais são as ferramentas necessárias para administrar nossas emoções? Não! Somos preparados para sermos platéia, e não líderes do nosso mundo psíquico. Os pensamentos nos dominam, as emoções nos controlam. A ciência e a educação nos preparam para explorarmos o mundo externo, mas não para explorarmos o território do nosso ser. Muitos falam com o mundo via internet, mas o estranho é que nunca falaram profundamente consigo mesmos. Dominamos tecnologia para viajarmos para os planetas, mas não tecnologia para conquistarmos o espaço onde nascem a timidez, a ansiedade, o medo, a coragem, as frustrações, o mau humor, a angústia, os sonhos, o encanto pela vida. Neste livro, gostaria de compartilhar com vocês as respostas que encontrei como psiquiatra e pesquisador da psicologia para as perguntas sobre o teatro da mente humana. Elas expandiram minha compreensão da vida. Espero que expandam a sua.'(Augusto Cury)” (imagem retirada de www.esextante.com.br)

amor404. O direito de dizer não (Walter Riso)

“Quem nunca se olhou no espelho tentando se perdoar por ter baixado a cabeça ou por não ter dito o que pensava? Ou travou uma luta interior entre a indignação pela ofensa sofrida e o medo de enfrentá-la? A cada vez que somos submissos, damos um duro golpe na nossa autoestima. E, mesmo que consigamos nos apaziguar por algum tempo, esse incômodo vai crescendo até beirar o insuportável. Em O direito de dizer não!, Walter Riso abre espaço para a descoberta do autorrespeito, a ética pessoal que separa o negociável do inegociável. Reunindo a experiência de mais de vinte anos neste tema, Riso se dirige às pessoas que precisam retomar sua dignidade, trabalhando a autoestima e a assertividade. Ao praticar a conduta assertiva, nós nos tornamos mais seguros, mais tranquilos na hora de amar e mais transparentes na comunicação, aprendendo a expressar adequadamente o que pensamos e o que sentimos.” (imagem retirada de skoob.com.br)

amr05. Não se apega, não (Isabela Freitas)

“Desapegar: remover da sua vida tudo que torne o seu coração mais pesado. Loucos são os que mantêm relacionamentos ruins por medo da solidão. Qual é o problema de ficar sozinha? Que me desculpe o criador da frase ‘você deve encontrar a metade da sua laranja’. Calma lá, amigo. Eu nem gosto de laranja. O amor vem pros distraídos. Tudo começa com um ponto-final: a decisão de terminar um namoro de dois anos com Gustavo, o namorado dos sonhos de toda garota. As amigas acharam que Isabela tinha enlouquecido, porque, afinal de contas, eles formavam um casal PER-FEI-TO! Mas por trás das aparências existia uma menina infeliz, disposta a assumir as consequências pela decisão de ficar sozinha. Estava na hora de resgatar o amor-próprio, a autoconfiança e entrar em contato com seus próprios desejos. Parece fácil, mas atrapalhada do jeito que é, Isabela precisa primeiro lidar com o assédio de um primo gostosão, das tentações da balada e, principalmente, entender que o príncipe encantado é artigo em falta no mercado. Isabela Freitas, em seu primeiro livro, narra os percalços vividos por sua personagem para encarar a vida e não se apegar ao que não presta, ainda assim, preservando seu lado romântico.” (imagem retirada do site skoob.com.br)

Espero que tenham gostado e não se esqueçam: SAIAM POR AÍ E VÃO SE AMAR! Beijinhos xx.

 

pqnao

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25 comentários sobre “[#PqNão?] Amor Próprio: 5 livros pra (aprender a) se amar

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