As melhores companhias para o Halloween: 20 livros pra você morrer de medo.

HOJE É DIA DAS BRUXAS e eu não poderia estar mais feliz. Eu amo o dia das bruxas. Não sei nem o motivo, mas amo. Infelizmente, o dia tá corridíssimo, mas eu não poderia de deixar minha contribuição pra vocês! 

Minha singela opinião reflete a dos pensadores mais antigos que diz que: Livro de terror/horror dá muito mais medo do que filme do mesmo gênero!

Agora que joguei essa polêmica e saí correndo, vou deixar pra vocês, saindo diretamente do forninho, vinte obras assustadoras e maravilhosas desse mundo! Dentre elas, muitos clássicos, então, não perca tempo e vá conferir! 

Ah, aquele p.s: Como eu não consegui resumir isso em um top 5 e como hoje tá puxado, retirei os textos do skoob. Aproveitem!

halloween

imagem retirada de giphy.com

O Iluminado (Stephen King)

Danny Torrance não é um menino comum. É capaz de ouvir pensamentos e transportar-se no tempo. Danny é iluminado. Será uma maldição ou uma bênção? A resposta pode estar guardada na imponência assustadora do hotel Overlook. Em O iluminado, quando Jack Torrance consegue o emprego de zelador no velho hotel, todos os problemas da família parecem estar solucionados. Não mais o desemprego e as noites de bebedeiras. Não mais o sofrimento da esposa, Wendy. Tranquilidade e ar puro para o pequeno Danny livrar-se das convulsões que assustam a família. Só que o Overlook não é um hotel comum. O tempo esqueceu-se de enterrar velhos ódios e de cicatrizar antigas feridas, e espíritos malignos ainda residem nos corredores. O hotel é uma chaga aberta de ressentimento e desejo de vingança. É uma sentença de morte. E somente os poderes de Danny podem fazer frente à disseminação do mal.” Não, você não está louco… Este clássico deu origem ao famoso filme estrelado por Jack Nicholson. Vai perder?

A Coisa (Stephen King)

Junho de 1958. Derry, pacata cidadezinha do Maine. Início das férias de verão. Para Bill, Richie, Eddie, Stan, Beverly, Mike e Ben, sete adolescentes que, pouco a pouco, se tornam amigos inseparáveis, este será um verão inesquecível. Um tempo em que vão descobrir o doce sabor da amizade, do amor, da união. Uma época em que vão provar o gosto amargo da perda, do medo, da dor. Este será um ano inesquecível. Terrivelmente inesquecível. O ano em que vão conhecer a Coisa, a força estranha e maligna que vem deixando um rastro de sangue na calma Derry. O ser sobrenatural que apresenta um apetite especial por inocentes crianças. Maio de 1985. O tempo passou deixando suas marcas em cada um deles. Já não são mais crianças. Mike Hanlon, o único que permanece em Derry, dá o sinal. Precisam unir novamente suas forças. A Coisa volta a atacar e eles devem cumprir a promessa selada com sangue quando crianças. Só eles têm a chave do enigma. Só eles sabem o que se esconde nas entranhas de Derry. Apenas eles podem vencer o poder maléfico da Coisa.” Eu não passo perto desse livro nem que me paguem! Em 1990, Tim Curry viveu o icônico palhaço Pennywise, que ficou marcado como um dos personagens mais aterrorizantes de todos os tempos; basta agora especular quem será o novo ator que traumatizará adultos e crianças na nova adaptação que estreia em setembro do ano que vem. Com essa onda de palhaços horrorosos perambulando por aí, alguém tem dúvida que será mais um grande sucesso?

acoisaimagem retirada de www.entrelinhasfantasticas.com.br

Nosferatu (Joe Hill)

Victoria McQueen tem um misterioso dom: por meio de uma ponte no bosque perto de sua casa, ela consegue chegar de bicicleta a qualquer lugar no mundo e encontrar coisas perdidas. Vic mantém segredo sobre essa sua estranha capacidade, pois sabe que ninguém acreditaria. Ela própria não entende muito bem. Charles Talent Manx também tem um dom especial. Seu Rolls-Royce lhe permite levar crianças para passear por vias ocultas que conduzem a um tenebroso parque de diversões: a Terra do Natal. A viagem pela autoestrada da perversa imaginação de Charlie transforma seus preciosos passageiros, deixando-os tão aterrorizantes quanto seu aparente benfeitor. E chega então o dia em que Vic sai atrás de encrenca… e acaba encontrando Charlie. Mas isso faz muito tempo e Vic, a única criança que já conseguiu escapar, agora é uma adulta que tenta desesperadamente esquecer o que passou. Porém, Charlie Manx só vai descansar quando tiver conseguido se vingar. E ele está atrás de algo muito especial para Vic. Perturbador, fascinante e repleto de reviravoltas carregadas de emoção, a obra-prima fantasmagórica e cruelmente brincalhona de Hill (Nosferatu) é uma viagem alucinante ao mundo do terror.”

O bebê de Rosemary (Ira Levin)

“Alugando um apartamento em antigo prédio de Nova Iorque, os recém-casados Rosemary e Guy Woodhouse organizam suas vidas com pequena ajuda dos vizinhos Minnie e Roman Castevet. Guy é ator e luta por um papel de destaque, enquanto Rosemary decora com ar mais alegre o apartamento onde anteriormente foi cometido um crime. Guy consegue um papel graças a um acidente com o ator titular e, logo depois, Rosemary tem um pesadelo no qual é possuída pelo demônio. Passado algum tempo, Rosemary descobre que está grávida e é tratada por Minnie e o médico desta, Dr. Sapirstein com vitaminas especiais. Fatos estranhos levam Rosemary a desconfiar que todas estas pessoas estão envolvidas com magia negra, começando a suspeitar que o marido, um ator que, literalmente, venderia a alma ao diabo para conquistar o sucesso, mantém ligações perigosas com vizinhos praticantes de bruxaria, que desejam possuir o filho dela que vai nascer.” O bebê de Rosemary também gerou um filme clássico de terror dos anos 60, dirigido por Roman Polanski e, mais recentemente, uma minissérie de TV muito mais sangrenta.

O Exorcista (William Peter Blatty)

“O mal toma várias formas e a literatura e o cinema parecem se desafiar a criar inúmeras personificações desse mal. Seja com monstros, formas deformadas de nós mesmos, ou demônios, a indústria do entretenimento sempre foi bem-sucedida em representar a essência do nosso lado mais reprovável. O exorcista, no entanto, conseguiu ultrapassar esse limite. Inspirado em uma matéria sobre o exorcismo de um garoto de 14 anos, o escritor William Peter Blatty publicou em 1971 a perturbadora história de Chris MacNeil, uma atriz e mãe que está filmando em Georgetown e sofre com as inesperadas mudanças de comportamento de sua filha de 11 anos, Regan. Quando a ciência não consegue descobrir o que há de errado com a menina e uma nova personalidade demoníaca parece vir à tona, Chris busca a ajuda da Igreja no que parece ser um raro caso de possessão demoníaca. Cabe a Damien Karras, um padre da universidade de Georgetown, salvar a alma de Regan, enquanto tenta restabelecer sua fé, abalada desde a morte de sua mãe. Em O exorcista, Blatty conseguiu dar ao demônio a sua face mais revoltante: a corrupção da alma de uma criança. A jovem Regan é, ao mesmo tempo, o mal e sua vítima. Ela recebe a pena e a revolta dos leitores e espectadores em doses equivalentes e, mesmo quarenta anos depois, seu sofrimento e o abismo entre o que ela era e o que se torna continuam nos atormentando a cada página, a cada cena. Até, enfim, descobrirmos que não se trata apenas de uma simples história sobre o bem contra o mal, ou sobre Deus contra o demônio, mas sobre a renovação da fé.” Provavelmente um dos nomes mais conhecidos dessa lista, a obra também virou filme, nas mãos de William Friedkin, e inspirou muitos outros, inclusive uma série de TV lançada há pouco tempo com o mesmo nome.

A Casa Sobre o Abismo (William Hope Hodgson)

“Uma viagem no tempo e espaço  pelos tenebrosos caminhos do sobrenatural; A casa sobre o abismo, como a obra é chamada nas raras traduções para o português, foi escrita em 1908 pelo britânico Willian Hope Hodgson. Embora não seja tão famosa como outras obras do gênero, serve de referência para todos os autores do Sobrenatural incluíndo-se aí H.P. Lovecraft que listou a obra de Hodgson como uma grande influência nos seus trabalhos, seja pelo texto intenso e bem escrito, pelo clima de horror realmente perturbador ou pela estética inovadora, que mantém a obra bastante atrativa ainda nos dias de hoje. O livro foi roteirizado como argumento inicial para a trama do cult-movie de Sam Raimi “A Morte do Demônio” (The Evil Dead /1981).  Um diário, descoberto por viajantes, conta as desventuras do antigo proprietário da casa situada à beira do abismo: Lorde Gault, o recluso autor da narrativa original, sua irmã Mary e o cão Pepper mudam-se para uma estranha casa na Irlanda — que, nas superstições e folclore do povo de Kraighten, foi erigida com a ajuda do Demônio. Rodeada por jardins adornados com bizarras estátuas, construída a beira de um abismo e sobre uma caverna que parece não ter fim… (Bem como o poço no porão!). Em 2002, foi publicada uma adaptação em quadrinhos pela Vertigo, na edição brasileira, A casa do fim do mundo, um título bem apropriado para a abordagem da obra nas graphic novels. Adaptar os escritos de Hodgson ficou a cargo de Simon Revelstroke, e seu roteiro ganhou belos traços em preto & branco do desenhista Richard Corben.

Histórias Extraordinárias (Edgar Allan Poe)

“O homem sempre sentiu medo, sobretudo daquilo que não pode entender, do incerto e — porque não dizer — do proibido. Talvez por isso o horror tenha algo que nos afaste, mas que também nos atraia e nos deixe fascinados. E foi desbravando essa estranha e ambígua sensação que o contista, crítico e poeta norte-americano Edgar Allan Poe se consagrou como um dos mestres do gênero do terror e o pai da literatura policial. Ambientes sombrios, ruas desertas, esquinas escuras, mansões malditas, assassinatos misteriosos e personagens sobrenaturais compõem a atmosfera gótica que tanto marcou suas histórias de terror. Poe detém o poder de envolver o leitor desde a primeira frase. Ele nos conduz pelo conto, deixando escapar apenas o que devemos saber naquele momento, mantendo o suspense até o desfecho invariavelmente inesperado. Mas suas fina ironia, seu sarcástico humor e suas inigualáveis lógicas e sagacidade também são elementos que cunharam a obra desse homem que influenciou de forma decisiva o conto moderno de horror. Ler as histórias de Edgar Allan Poe nos faz regressar aos tempos de infância, em que os maiores medos despertavam o horror, mas também deixavam um estranho desejo de sentir o corpo arrepiar, só mais uma vez. Uma experiência inigualável.” Preciso admitir que morro de medo das histórias de Poe, mas ainda tomo coragem pra me aventurar nas suas páginas. 

Horror em Amityville (Jay Anson)

“Em 13 de novembro de 1974 a polícia do condado de Sufolk recebeu uma chamada telefônica que a levou ao endereço 112 Ocean Avenue, Amityville, Long Island. Dentro da casa a polícia encontrou um crime brutal: o assassinato de uma família inteira enquanto dormia. Poucos dias depois, Ronald Defeo Jr. admitiu que usou um rifle para matar os pais e seus 4 irmãos, alegando ter ouvido vozes que vinham de dentro da casa e que o influenciaram a cometer os crimes. Um ano depois George e Kathy se mudam com os filhos para a antiga casa dos Defeo. Não demora muito para que estranhos eventos comecem a acontecer, afetando a vida da família e indicando que uma presença maligna está oculta na casa.” Horror em Amityville também trouxe algumas adaptações para o cinema com o mesmo nome.

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imagem retirada de tumblr.com

A Ilha do Dr. Moreau (Hebert G. Wells)

“À deriva, sem esperanças de sobreviver em alto mar, Charles Prendick é resgatado por um navio em missão das mais incomuns: levar a uma pequena ilha no Pacífico algumas espécies de animais selvagens. Ainda debilitado, Prendick é obrigado a desembarcar na ilha junto com o carregamento. Lá, ele conhece a figura do Dr. Moureau, um cientista que, exilado por suas pesquisas polêmicas na Inglaterra, realiza experimentos macabros com seus animais. Uma parábola sobre a teoria da evolução, também uma mordaz sátira social, ‘A ilha do Dr. Moreau’ é um romance que, mais de cem anos após sua publicação original, permanece com a mesma força da surpresa e do horror.”

O Médico e o Monstro (Robert Louis Stevenson)

“As suspeitas começaram quando Mr. Utterson, um circunspecto advogado londrino, leu o testamento de seu velho amigo Henry Jekyll. Qual era a relação entre o respeitável Dr. Jekyll e o diabólico Edward Hyde? Quem matou Sir Danvers, o ilustre membro do parlamento londrino? Assim começa uma das mais célebres histórias de horror da literatura mundial. A história assustadora do infernal alter ego do Dr. Jekyll e da busca através das ruas escuras de Londres que culmina numa terrível revelação. O escocês Robert Louis Stevenson é considerado um dos maiores escritores da literatura mundial. Inexcedível no gênero de romances de aventuras, é autor de A ilha do tesouro, um dos livros mais célebres de todos os tempos (1883). O médico e o monstro é um clássico entre os clássicos de horror e mistério. Stevenson escreveu ainda O raptado, As aventuras de David Balfour, O morgado de Ballantrae, entre outros.” Li esse livro um pouco nova demais para entender toda sua beleza, mas me fascinou desde aquele momento! 

O Golem (Gustav Meyrink)

“Sobre o autor, Jacques Bergier e Louis Pawels declararam: ‘Uma obra admirável de um gênio não reconhecido.‘ Uma obra que se destaca como uma primeira tentativa de projeção do mundo invisível dentro do mundo visível, que se destina a atingir a imaginação mais que o raciocínio. Os livro de Gustav Meyrink sempre mergulham num mundo invisível e se alimentam de teorias esotéricas. Estas teorias perturbam as pessoas não-iniciadas apesar de criarem um estado de alma benfazejo, de levarem a uma fase de calma e de sabedoria e de facilitarem o acesso àqueles níveis de conhecimento que permitem ao corpo e à alma mergulhar, harmonicamente, numa atmosfera metafísica e quase mística.”

Nas Montanhas da Loucura (H. P. Lovecraft)

Nas Montanhas da Loucura, de Howard Phillips Lovecraft, “descreve uma expedição à Antártida que acaba quando todos os membros de um grupo avançado de exploradores são misteriosamente mortos e o seu acampamento destroçado por aquilo que é, aparentemente, um ser vivo, terrestre (pelo menos deixa rastros), de grandes dimensões, improvável naquele lugar. Na sequência do desastre, dois homens embarcam num pequeno avião e vão tentar saber o que se passou.”

 O Fantasma da Opera (Gaston Leroux)

“Que aterrorizante segredo esconde-se nos subterrâneos da Ópera de Paris? Que mistério atormenta um dos mais majestosos palácios dedicados à arte na capital francesa? Uma das histórias de terror e amor mais famosas do século XX, O fantasma da Ópera combina romance e suspense para narrar o triângulo amoroso entre a linda e talentosa cantora lírica Christine Daaé, o frágil e apaixonado visconde Raoul de Chagny e o sinistro e obcecado gênio da música que habita os porões do teatro. Com contornos de relato histórico, a narrativa conduz o leitor pelos labirintos da Ópera e do coração humano, revelando o que há de mais obscuro em ambos.”

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imagem retirada de had7-gifs.tumblr.com

Danação (Marcus Achiles)

Em maio de 1734 Taubaté era uma vila sitiada e aterrorizada. A cada sexta-feira seus moradores repetiam o mesmo ritual perturbador das semanas anteriores, enterrando corpos queimados encontrados nas matas. Uma intolerância comparável apenas ao medo diante de um adversário oculto e invencível logo jogou colonos e militares contra os índios abrigados em aldeias próximas. Para os crentes, no entanto, aquele pedaço de terra e suas três mil e poucas almas eram uma nova Sodoma, condenada por Deus a ser consumida pelas chamas. É nesse pandemônio de fanatismo, fúria e violência que chega a Taubaté o mais maldito dos homens, perseguido pelo maior dos inimigos e guiado por um anjo. Ele é Diogo Durão de Meneses, um senhor de engenho a quem a tão desejada morte era negada há quatro anos. Um forasteiro, destinado a enfrentar um ser que desafiava toda razão e fé – e que, nos séculos seguintes, seria imortalizado no imaginário de um povo. Danação não é apenas um romance que transporta o leitor para o Brasil do século XVIII. Em suas páginas estão mais do que o dia-a-dia no interior de uma colônia inóspita, com seus costumes fielmente retratados. O livro é também uma passagem para outra dimensão, na qual seres imaginários – que séculos atrás povoaram os medos dos homens – criam vida. E onde o Mal deixa os sermões dos padres e se torna tangível e implacável. Danação busca dar ao folclore brasileiro contornos inéditos, unindo o mais puro realismo fantástico aos dramas verdadeiros de negros, brancos e índios em uma época de incerteza e provação.”

Desfiladeiro do Medo (Clive Barker)

O Desfiladeiro do Medo é um livro sem paralelo: uma descrição implacável e irresistível de Hollywood e seus demônios, contada com um estilo cru e o poder narrativo que transformaram os livros e filmes de Clive Barker em fenômenos mundiais. Hollywood transformou Todd Pickett em um astro. O tempo, porém, está lhe cobrando um preço por isso. Ele não tem mais o rosto perfeito do ano anterior. Após uma cirurgia malfeita, Todd precisa de um lugar onde possa esconder-se durante algum tempo, enquanto as cicatrizes desaparecem. Querendo ser momentaneamente esquecido instala-se em uma mansão no Coldheart Canyon, um recanto da cidade tão secreto, que sequer consta nos mapas. Tammy Lauper, presidente de seu fã-clube, chega à cidade de Los Angeles decidida a solucionar o mistério do desaparecimento de Todd. Lá chegando, descobre segredos a respeito do Coldheart Canyon: os espíritos da ‘Lista A’ dos astros e estrelas falecidos de Hollywood que vieram participar de orgias no canyon…”

O Retrato de Dorian Gray (Oscar Wilde)

“Publicado em sua versão final em 1891, O retrato de Dorian Gray foi o primeiro sucesso literário de Oscar Wilde e, algo que se tornaria frequente durante a curta carreira do autor, motivo de grande escândalo. Exemplo extremo de um indivíduo que leva uma vida dupla, seu protagonista comete todo tipo de atrocidade enquanto mantém uma aparência intocada de beleza e virtude. Seu segredo, porém, está materializado em um retrato guardado em uma sala trancada, que reflete fisicamente as deformações de seu caráter. Ao longo da década em que Wilde conviveria com doses idênticas de fama e infâmia, seu único romance foi usado como parâmetro tanto de sua capacidade artística como de sua total inadequação à sociedade em que vivia.”

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imagem retirada de wifflegif.com.

A hora das bruxas (Anne Rice)

“Em ‘A Hora das Bruxas‘, é narrada a saga de uma família que em quatro séculos vive entre feitiçaria e forças ocultas. A família Mayfair, é o ponto central de uma dinastia de bruxos, que cresceu e prosperou dedicando-se à magia negra. Entre os Mayfair, convive-se pacificamente com o incesto, os assassinatos e com o espírito meio divindade celta, meio demônio, chamado Lasher. O romance se desenrola cronologicamente para a frente e para trás, passando por Nova Orleans e São Francisco atuais e deslocando-se até o Haiti ou a um castelo na França de Luis XIV.”

Drácula (Bram Stoker)

Drácula, é uma história de vampiros e lobisomens; de criaturas que estando mortas permanecem vivas. É também uma história de pessoas corajosas que se lançam à destruição de uma insólita e maléfica ameaça. Como quer que seja, permanece intacta nestas páginas a mesma emoção de milhões de leitores e espectadores que penetraram na história que se inicia num castelo desolado nas sombrias florestas da Transilvânia. Lá, um jovem inglês é mantido em cativeiro, à espera de um destino terrível. Longe dele, sua noiva bela e jovem é atacada por uma doença misteriosa que parece extrair o sangue de suas veias. Por trás de tudo, a força sinistra que ameaça suas vidas: Conde Drácula, o vampiro vindo do fundo dos séculos.

Hell House – A casa infernal (Richard Matheson)

“Por mais de vinte anos a Mansão Belasco permaneceu vazia. Tida como o ‘Monte Everest‘ das casas mal-assombradas, essa construção de aspecto imponente e sinistro testemunhou cenas inconcebíveis de horror e depravação. No passado, duas expedições com o propósito de investigar os segredos que a casa encerrava terminaram em assassinato, suicídio e loucura para seus integrantes. Agora, uma nova investigação tem lugar, levando quatro estranhos ao local interditado, determinados a esquadrinhar a Mansão Belasco em busca de respostas definitivas sobre a vida após a morte. Cada um dos membros da nova equipe tem suas próprias razões para enfrentar os tormentos e tentações indescritíveis da mansão; mas, será que alguém consegue sobreviver ao mal que espreita na casa?

Frankenstein (Mary Shelley)

“A princípio, tratava-se de um pequeno conto sobre um jovem estudante suíço que ambicionava criar um ser ideal, injetando vida a um corpo morto. Mais tarde, transformado em romance, tornou-se um marco na literatura do gênero. Frankenstein ou o Moderno Prometeu (Frankenstein; or the Modern Prometheus, no original em inglês), mais conhecido simplesmente por Frankenstein, é um romance de terror gótico com inspirações do movimento romântico, de autoria de Mary Shelley, escritora britânica nascida em Londres. O romance relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que constrói um monstro em seu laboratório. Mary Shelley escreveu a história quando tinha apenas 19 anos, entre 1816 e 1817, e a obra foi primeiramente publicada em 1818, sem crédito para a autora na primeira edição. Atualmente costuma-se considerar a versão revisada da terceira edição do livro, publicada em 1831, como a definitiva. O romance obteve grande sucesso e gerou todo um novo gênero de horror, tendo grande influência na literatura e cultura popular ocidental.”

frank
imagem retirada de giphy.com 

É isso aí galerinha: A lista tá grande, mas tá boa. Dividam suas experiências de terror e horror comigo e, enquanto isso, muitos doces e travessuras pra vocês e aproveitem o resto do dia com muita cautela!!

Beijinhos xx 

qg

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14 comentários sobre “As melhores companhias para o Halloween: 20 livros pra você morrer de medo.

  1. Eu nunca li livros de terror, mas dentre os clássicos citados na postagem assisti o fantasma da ópera (amei), o retrato de Dorian Gray (louco demais), Drácula (amei), o iluminado (esse foi o que mais me assombrou) e comecei o exorcista, mas não tive coragem de finalizar (rsrsrs).

    Curtido por 1 pessoa

  2. Eu também amo o Halloween, mas admito que fico super nervosa quando leio terror/horror. Não dá pra ler de noite ou eu não durmo AHSUAH Pois é, sou muito cagona para essas coisas. Da sua lista eu já peguei para ler O Retrato de Dorian Gray (como indicação de uma amiga), demorei uma eternidade para começar a leitura e admito que não terminei. Histórias Extraordinárias é um clássico, eu preciso tomar vergonha e ler, quase todos os meus amigos já leram.
    Enfim, embora não seja fã desse gênero, tem algo que me atrai a ele. Anotei alguns para ler futuramente e, embora eu enrole bastante, pretendo comprar alguns em 2017 (ou ganhar dos tios se eles estiverem de bom humor).

    Curtido por 1 pessoa

    • Hahahah Sabe que somos duas? Fico muito nervosa também, e nem ferrando que leio à noite. De manhã já é difícil! hahaha Espero que seus tios estejam de ÓTIMO humor pra te presentearem hahaha Obrigada pela visita e um beijão!

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