20 livros lidos por Rory Gilmore que você precisa ler também (parte I).

Faaaala! Como é que estamos nessa primeiríssima semana de dezembro? Sim, dezembro!! Mal posso acreditar que finalmente estamos no último mês do ano. Daqui a pouco o Papai Noel chega pra comer biscoitos e entregar os presentes pra quem se comportou bem durante o ano, enquanto 2017 chega de fininho como uma visita muito bem vinda (mais alguém louco pra que 2016 acabe? Hehe).

Andei sumidassa por conta da reta final lá na faculdade, mas as queridíssimas férias chegaram em melhor tempo impossível e agora teremos mais Prateleira de Vidro do que nunca.

Agora me digam, o que é que combina mais com férias se não as longas e deliciosas maratonas de séries, as quais esperamos meses e mais meses para conseguirmos fazer? Exato, nada!  Em homenagem à isso, vim juntar duas coisas que eu amo: Livros (dã!) e Gilmore Girls.

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imagem retirada de www.revelist.com

Depois do Especial da série Um ano pra recordar, de quatro episódios (e disponível no Netflix), é tudo Lorelai e Rory pra cá e pra lá. Quem já assistiu, sabe que a Rory é uma ratinha de livros como nós. Na série, excluindo-se o especial, são 340 livros citados. Trezentos e quarenta durante os sete anos em que a série esteve no ar, espalhados pelos 153 episódios, seja em forma de leitura, recomendação ou citação da personagem. Foram eles que deram origem ao Rory Gilmore Reading Challenge (Desafio de Leitura de Rory Gilmore).

Eu, então, resolvi fazer minha seleção de livros favoritos e imperdíveis dessa lista, dividí-la em partes, sendo essa a primeira, e compartilhar com vocês. São clássicos e leituras sensacionais que todo mundo deve ler, pelo menos uma vez na vida. Lembrando que os textos são sinopses retiradas do site Skoob. Apertem os cintos e vamos lá:

01. 1984 (George Orwell)

“Romance distópico clássico do autor britânico George Orwell. Terminado de escrever no ano de 1948 e publicado em 8 de Junho de 1949, retrata o cotidiano de um regime político totalitário de modelo comunista. No livro, Orwell mostra como uma sociedade oligárquica é capaz de reprimir qualquer um que se opuser a ela. O romance tornou-se famoso por seu retrato da difusa fiscalização e controle de um regime coletivista-socialista na vida dos cidadãos, além da crescente invasão sobre os direitos do indivíduo. Desde sua publicação, muitos de seus termos e conceitos, como ‘Big Brother’, ‘duplipensar’ e ‘Novilíngua’ entraram no vernáculo popular. O termo ‘Orwelliano’ surgiu para se referir a qualquer reminiscência do regime ficcional do livro. O romance é geralmente considerado como a magnum opus de Orwell.

02. Admirável mundo novo (Aldous Huxley)

“Ano 634 d.F. (depois de Ford). O Estado científico totalitário zela por todos. Nascidos de proveta, os seres humanos (pré-condicionados) têm comportamentos (pré-estabelecidos) e ocupam lugares (pré-determinados) na sociedade: os alfa no topo da pirâmide, os ípsilons na base. A droga soma é universalmente distribuída em doses convenientes para os usuários. Família, monogamia, privacidade e pensamento criativo constituem crime. 
Os conceitos de pai e mãe são meramente históricos. Relacionamentos emocionais intensos ou prolongados são proibidos e considerados anormais. A promiscuidade é moralmente obrigatória e a higiene, um valor supremo. Não existe paixão nem religião. Mas Bernard Marx tem uma infelicidade doentia: acalentando um desejo não natural por solidão, não vendo mais graça nos prazeres infinitos da promiscuidade compulsória, Bernard quer se libertar. Uma visita a um dos poucos remanescentes da Reserva Selvagem, onde a vida antiga, imperfeita, subsiste, pode ser um caminho para curá-lo. Extraordinariamente profético, Admirável mundo novo é um dos livros mais influentes do século 20.”

03. Diário de Anne Frank (Anne Frank)

O depoimento da pequena Anne Frank, morta pelos nazistas após passar anos escondida no sótão de uma casa em Amsterdã, ainda hoje emociona leitores no mundo inteiro. Seus diário narra os sentimentos, medos e pequenas alegrias de uma menina judia que, com sua família, lutou em vão para sobreviver ao Holocausto. Lançado em 1947, O Diário de Anne Frank tronou-se um dos maiores sucessos editoriais de todos os tempos. Um livro tocante e importante que conta às novas gerações os horrores da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. “

04. Carrie, a Estranha (Stephen King)

Carrie, a Estranha narra a atormentada adolescência de uma jovem problemática, perseguida pelos colegas, professores e impedida pela mãe de levar a vida como as garotas de sua idade. Só que Carrie guarda um segredo: quando ela está por perto, objetos voam, portas são trancadas ao sabor do nada, velas se apagam e voltam a iluminar, misteriosamente. Aos 16 anos, desajustada socialmente, Carrie prepara sua vingança contra todos os que a prejudicaram. A vendeta vem à tona de forma tão furiosa e amedrontadora que até hoje permanece como exemplo de uma das mais chocantes e inovadoras narrativas de terror de todos os tempos. Com tantos ingredientes de suspense, Carrie, a Estranha logo se transformou num enorme sucesso internacional e passou a integrar a mitologia americana ao ser transportado para as telas, em 1976, pelas mãos de Brian de Palma, teve a atriz Sissy Spacek e John Travolta em seus papéis principais.”

05. O apanhador no campo de centeio (J. D. Salinger)

À espera no centeio (O Apanhador no Campo de Centeio na edição brasileira) narra um fim-de-semana na vida de Holden Caulfield, jovem de 16 anos vindo de uma família abastada de Nova York. Holden, estudante de um reputado internato para rapazes, volta para casa mais cedo no inverno depois de ter recebido más notas em quase todas as matérias e ter sido expulso. No regresso a casa, decide fazer um périplo adiando assim o confronto com a família. Holden vai refletindo sobre a sua curta vida, repassa sua peculiar visão de mundo e tenta definir alguma diretriz para seu futuro. Antes de enfrentar os pais, procura algumas pessoas importantes para si (um professor, uma antiga namorada, a sua irmãzinha) e tenta explicar-lhes a confusão que passa pela sua cabeça. Foi este livro que criou a cultura-jovem, pois na época em que foi escrito, a adolescência era apenas considerada uma passagem entre a juventude e a fase adulta, que não tinha importância. Mas esse livro mostrou o valor da adolescência, mostrando como os adolescentes pensam.”

06. Laranja Mecânica (Anthony Burgess)

“Narrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma reposta igualmente agressiva de um governo totalitário. A estranha linguagem utilizada por Alex – soberbamente engendrada pelo autor – empresta uma dimensão quase lírica ao texto. Ao lado de 1984, de George Orwell, e Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, Laranja Mecânica é um dos ícones literários da alienação pós-industrial que caracterizou o século XX. Adaptado com maestria para o cinema em 1972 por Stanley Kubrick, é uma obra marcante: depois da sua leitura, você jamais será o mesmo.”

07. Um conto de Natal (Charles Dickens)

Um Conto de Natal do britânico Charles Dickens (1812-1870) é uma das histórias mais famosas da literatura ocidental. O enredo nos traz a figura de Ebenezer Scrooge, um avarento homem de negócios londrino, rabugento e solitário, que não demonstra um pingo de bons sentimentos e compaixão para com os outros. Scrooge não deixa que ninguém se aproxime e rompa a sua dura carapaça, preocupando-se apenas com os negócios, o dinheiro e os lucros. No anoitecer frio da véspera natalina, ele é visitado pelo fantasma de Jacob Marley (seu antigo sócio comercial, morto há sete anos) que o repreende e anuncia que Scrooge se prepare, pois será visitado por três espectros do seu próprio passado, presente e futuro… A história da redenção do velho Scrooge vêm comovendo adultos e crianças de todas as épocas. A história foi escrita entre outubro e novembro de 1843, para ser publicada em capítulos de jornal, com ilustrações de John Leech, em dezembro do mesmo ano. O enredo é familiar a todos: foi filmado várias vezes e televisionado; adaptado para o teatro e para crianças. Transformado em desenho animado e HQs. A figura e o personagem de Scrooge teve vários descendentes literários, um dos mais célebres é o Tio Patinhas de Walt Disney: ‘Uncle Scrooge McDuck’ em inglês.”

08. O conde de Monte Cristo (Alexandre Dumas)

“Traições, denúncias anônimas, tesouros fabulosos, envenenamentos, vinganças e muito suspense. A trama de O Conde de Monte Cristo traz uma emoção diferente a cada página e talvez isso explique porque a obra do escritor francês Alexandre Dumas se transformou em um clássico da literatura mundial, mexendo com a imaginação dos leitores há mais de 150 anos. No romance, o marinheiro Edmond Dantés é preso injustamente, vítima de um complô. Anos depois, consegue escapar da prisão, enriquece e planeja uma vingança mirabolante. A galeria de personagens criada por Dumas faz um retrato fiel da França do século XIX, um mundo em transformação, em que passou a ser possível a mudança de posições sociais. As aventuras de Dantés ainda ganharam diversas versões cinematográficas que colaboraram para o sucesso da trama.”

09. Crime e Castigo (Fiódor Dostoiévski)

“Publicado em 1866, Crime e Castigo é a obra mais célebre de Fiódor Dostoiévski. Neste livro, Raskólnikov, um jovem estudante, pobre e desesperado, perambula pelas ruas de São Petesburgo até cometer um crime que tentará justificar por uma teoria: grandes homens, como César e Napoleão, foram assassinos absolvidos pela História. Este ato desencadeia uma narrativa labiríntica que arrasta o leitor por becos, tabernas e pequenos cômodos, povoados de personagens que lutam para preservar sua dignidade contra as várias formas da tirania.”

10. A Divina Comédia (Dante Alighieri)

“Obra-prima de Dante Alighieri, A Divina Comédia exerceu grande influência em poetas, músicos, pintores, cineastas e outros artistas nos últimos setecentos anos. Dante, o personagem da história, narra, em forma de poema, uma odisséia pelo Inferno, pelo Purgatório e pelo Paraíso, descrevendo cada etapa da viagem com detalhes quase visuais. Nessa viagem é guiado, no Inferno e no Purgatório, pelo poeta Virgílio, e no Céu por Beatriz, musa do autor em várias de suas obras.”

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imagem retirada de yakuza-mob-roleplay.wikia.com

11. Dom Quixote de la Mancha (Miguel de Cervantes)

Miguel de Cervantes criou com Dom Quixote (1605) uma das obras-primas da literatura de todos os tempos – com ela nasceu o romance moderno e seu herói tornou-se o arquétipo do idealista a qualquer preço. O idealismo da cavalaria e do realismo renascentista e picaresco são simbolizados nos dois personagens centrais. Dom Quixote representa o lado espiritual, sublime e nobre da natureza humana; Sancho Pança, o aspecto materialista, rude, animal. Um dos escritores de maior repercussão na literatura universal, Miguel de Cervantes criou com Dom Quixote (1605) uma das obras-primas da literatura de todos os tempos: com ela nasceu o romance moderno e seu herói tornou-se o arquétipo do idealista a qualquer preço. Dom Quixote teve seis edições no mesmo ano de sua publicação. Traduzido para o inglês e o francês, foi amplamente difundido em toda parte, até se tornar um dos mais lidos romances em todo o mundo. Depois da Bíblia, El ingenioso hidalgo don Quijote de la Mancha é um dos livros mais traduzidos da literatura mundial. Na província da Mancha, na Espanha, vive um fidalgo que, de tanto ler histórias de cavaleiros medievais, confunde fantasia e realidade e sai pelo mundo acreditando ser um deles. É acompanhado em suas aventuras por Sancho Pança, seu fiel escudeiro, que tem uma visão prática das coisas, mas é fascinado pela imaginação de seu amo.”

12. O médico e o monstro (Robert Louis Stevenson)

Essa obra já tinha sido citada no blog aqui nesse post, mas nunca é demais! “As suspeitas começaram quando Mr. Utterson, um circunspecto advogado londrino, leu o testamento de seu velho amigo Henry Jekyll. Qual era a relação entre o respeitável Dr. Jekyll e o diabólico Edward Hyde?  Quem matou Sir Danvers, o ilustre membro do parlamento londrino? Assim começa uma das mais célebres histórias de horror da literatura mundial. A história assustadora do infernal alter ego do Dr. Jekyll e da busca através das ruas escuras de Londres que culmina numa terrível revelação. O escocês Robert Louis Stevenson é considerado um dos maiores escritores da literatura mundial.”

13. … E o vento levou (Margaret Mitchell)

“Um relato apaixonante sobre a guerra civil norte-americana, a aristocracia sulista que ela abala e transforma, e a coragem de uma mulher que nunca se deixou vencer. Conheça a linda e tempestuosa Scarlett O’Hara e o irresistível Rhett Butler, que a ama ao longo de todas as suas provações. Conheça a doce Melanie, o honesto Ashley Wilkes e os muitos outros personagens que habitam a esplendorosa fazenda Tara. Leia a história de amor que já emocionou milhões de pessoas no mundo inteiro, imortalizada na tela pela beleza de Vivian Leigh e o charme de Clark Gable.”

14. O Grande Gatsby (F. Scott Fitzgerald)

“Obra-prima de Scott Fitzgerald, O Grande Gatsby é o romance americano definitivo sobre os anos prósperos e loucos que sucederam a Primeira Guerra Mundial. O texto de Fitzgerald é original e grandioso ao narrar a história de amor de Jay Gatsby e Daisy. Ela, uma bela jovem de Lousville e ele, um oficial da marinha no início de carreira. Apesar da grande paixão, Daisy se casa com o insensível, mas extremamente rico, Tom Buchanan. Com o fim da guerra, Gatsby se dedica cegamente a enriquecer para reconquistar Daisy. Já milionário, ele compra uma mansão vizinha à de sua amada em Long Island, promove grandes festas e aguarda, certo de que ela vai aparecer. A história é contada por um espectador que não participa propriamente do que acontece – Nick Carraway. Nick aluga uma casinha modesta ao lado da mansão do Gatsby, observa e expõe os fatos sem compreender bem aquele mundo de extravagância, riqueza e tragédia iminente.”

15. Hamlet (William Shakespeare)

Hamlet, de William Shakespeare, é uma obra clássica permanentemente atual pela força com que trata de problemas fundamentais da condição humana. A obsessão de uma vingança onde a dúvida e o desespero concentrados nos monólogos do príncipe Hamlet adquirem uma impressionante dimensão trágica. “

16. Ilíada (Homero)

“Na Ilíada, Homero conta como a cidade de Tróia foi sitiada pelos aqueus, que desejavam recuperar Helena, esposa do rei espartano, Menelau, e raptada por Páris. No poema, Homero fornece várias pistas sobre a posição da planície de Tróia e no século I, o escritor grego Estrabão ampliou a descrição desta planície, que na época se chamava Nova Ilium. Esta obra é considerada a Bíblia da antiga Grécia, uma obra-prima. Os combates travados diante de Tróia, provocados pela ira de Aquiles por Agamenon, e as relações familiares atingidas pela guerra compõem um cenário vivo em cores e real nos sentimentos. O autor é representado pelos artistas gregos como um velho cego, que anda de cidade em cidade recitando seus versos.”

17. Jane Eyre (Charlotte Brontë)

Jane Eyre é uma menina órfã que vive com sua tia, a sra. Reed, e seus primos, que sempre a maltratam. Até que, cansada do convívio forçado com a sobrinha de seu falecido esposo, a mulher envia Jane a um colégio para moças, onde ela cresce e se torna professora. Com o tempo, cresce nela a vontade de expandir seus horizontes. Ela põe um anúncio no jornal em busca de trabalho como governanta. O anúncio é respondido pela senhora Fairfax, e Jane parte do colégio para trabalhar em Thornfield Hall. Lá, ela conhece seu patrão, o sr. Rochester, um homem brusco e sombrio, por quem se apaixona, mas um grande segredo do passado se interpõe entre eles.”

18. Orgulho e Preconceito (Jane Austen)

“Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Lizzy é uma espécie de Cinderela esclarecida, iluminista, protofeminista. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína — recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu.”

19. Macbeth (William Shakespeare)

Macbeth é um general do exército escocês muito apre­ciado pelo seu monarca, o rei Duncan, por sua lealdade e seus préstimos guerreiros. Um dia, ele e Banquo, outro general, são abordados por três bruxas, que fazem os seguintes vaticínios: Macbeth será rei; Banquo é menos importante, mas mais pode­roso que Macbeth; e os filhos de Banquo serão reis. Macbeth não compreende as confusas palavras das aparições, mas elas calam fundo dentro de si. Ele relata o estranho encontro para a mulher, Lady Macbeth – uma das mais perfeitas vilãs da lite­ratura –, que, ambiciosa, exerce seu poder sobre o marido, levando-o a cometer o gesto fatal de traição ao rei que desencadeará a tragédia dos dois e uma reviravolta na corte.”

20. Moby Dick (Herman Melville)

“Na cidade de New Bedford, em Massachusetts, o marinheiro Ismael conhece o arpoador Queequeg e, juntos, partem para a ilha de Nantucket em busca de trabalho no mercado de caça às baleias. Lá, eles embarcaram no baleeiro Pequod para uma viagem de três anos aos mares do sul. Entre eles, tripulantes de diversas nacionalidades: os imediatos Starbuck, Stubb e Flask; os arpoadores Tashtego e Daggoo, além de Ahab, o sombrio capitão que ostenta uma enorme cicatriz do rosto ao pescoço e uma perna artificial, feita do osso de cachalote. Obcecado por encontrar a fera responsável por seus ferimentos e que nenhum arpoador jamais conseguiu abater – a temível ‘Moby Dick‘ -, o capitão Ahab conduz o baleeiro e toda a sua tripulação por uma rota de perigos e incertezas.”



Coloco o selo de qualidade Prateleira de Vidro nesses livros e os recomendo com fervor. Antes de me despedir, porém, tenho uma notícia incrível a fazer: O grupo de blogueiros do qual eu participo (QG do blogueiros) está concorrendo a uma vaga nos finalistas do Prêmio Brasil Criativo e você pode ajudar votando aqui nesse link na categoria Publicações e Mídias Digitais. Quem votar, tenho certeza, vai ganhar um super agrado do Papai Noel!!! Hehehe

O post se encerra aqui, mas tem muito mais vindo por aí. Me digam se já tinham ouvido falar da série, do desafio ou de algum dos livros! Feliz último mês do ano! 

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18 comentários sobre “20 livros lidos por Rory Gilmore que você precisa ler também (parte I).

  1. Oi! Tudo bem?

    1984 é um dos livros mais incríveis que já li, você vira a última página boquiaberto com o que acabou de ler. Também recomendo!
    O diário de Anne Frank nunca li apesar de ter muita curiosidade a respeito, é um clássico mesmo.

    Realmente nessa lista só tem clássicos da literatura! A maioria eu não li, alguns deles não são muito do meu interesse mas nada que um pouco de força de vontade não mude né? 😉

    Curtido por 1 pessoa

    • Oi Laura!! Tudo ótimo, e por aí?
      Estou doida pra colocar minhas mãos em 1984 porque tooodo mundo fala muito desse livro! Quanto aos outros, é o que você falou, um pouquinho de força de vontade e estamos prontos para ler hahah

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  2. Olá,

    Não li a maioria desses clássicos, mas muitos estão me esperando na minha estante. Eu sou apaixonada pela história da Anne Frank, sempre que me perguntam qual o meu livro preferido eu não titubeou em dizer que é essa obra. Hamlet foi uma bela surpresa quando li, lembro que amei cada parte.
    Quero muito ter a oportunidade de ler E o vento levou… , Jane Austen é outra Autor a que está na minha listinha faz tempo. Adorei o seu amparado de obras que devem ser lidas, vou anotar muitas dicas!

    Beijos!

    Curtido por 1 pessoa

    • Oi Alice! Que bom que gostou! Pelo que disse, seu gosto é sensacional, então acho que qualquer um da lista você vai amar. Particularmente, indico Jane Austen sim; sou apaixonada por ela hahaha Beijos e obrigada pela visita!

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  3. Oi. Achei seu blog pelo QG dos Bloguieiros e dei uma olhada rápida até me deparar com esse post lindo. To fazendo maratona d gg (ou tentando) e amo o fato da Rory ser viciada em livros (o que me faz voltar pra essa vida também), e realmente, é muito livro. Na segunda temporada então, que ela e o Jesse ficam lá trocando opiniões sobre vários livros e etc etc…
    Achei muito legal você trazer alguns nomes pra cá. Isso só me deu mais vontade de ler algumas obras como Ilíada e Great Gatsby.

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