[TRECHOS] O Príncipe dos Canalhas + comentários

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O que acontece quando os jogadores ficam viciados no jogo da vida?! Ficou curioso(a)? Veja a resenha completa aqui. Vamos aos meus trechos favoritos!

“Sou uma mulher”, rebatia ela aos que protestavam que essa terminologia era desrespeitosa. “Tenho um nome. Mamãe, vovó…”, dizia ela, estremecendo delicadamente, “é tão anônimo.” (pág. 18)

Logo de cara gostei dessa personagem. Conseguem imaginar o porquê? rs

– O casamento é para covardes, tolos e mulheres. – respondeu ele.
Ela sorriu.
– Isso parece o tipo de coisa que um imbecil bêbado anunciaria para outros logo antes de cair de cara na vasilha de ponche, em meio às costumeiras galhofas masculinas sobre fornicação e processos exotéricos. (pág. 21)

Uma das razões por eu gostar do livro: As mulheres nessa obra são incríveis, mesmo que deslocadas na época. 

Madonna in cielo.  (…)
As pernas de Dain fraquejaram.
Ele se encostou no poste e o abraço esmagador se afrouxou, pois seus músculos pareciam feitos de borracha (pág. 69)

Acho incrível como até mesmo a pior das feras consegue se derreter pelo (e por causa do) amor!

Ho bisogno di te.
Preciso de você.
Como se aquele último pensamento fosse um insulto tão grande que até mesmo o Todo-Poderoso, geralmente negligente, não deixaria passar, um clarão de luz rasgou a escuridão, seguido por um violento estrondo que fez o chão tremer (pág. 70)

Apesar dos apesares, Dain consegue ser um dos personagens literários mais encantadores… Vê?! A linguagem poética que a autora se utiliza, às vezes, é de se apaixonar. 

O orgulho masculino era um sentimento precioso e frágil. Por isso os homens se protegiam ao máximo, praticamente desde a infância.  (pág. 110)

Parece que pouca coisa mudou quanto a isso, certo? rs

Seu marido estava se transformando uma simples atração física em algo muito mais complicado. E, se ela não tomasse cuidado, poderia cometer o erro fatal de amá-lo. (pág. 173)

Ooops… Ainda que um clichê, acho isso tão bonitinho!

É para isso que serve  o talento do artista: fazer a pessoa pensar. É como se ele estivesse pregando uma peça no observador, não é? (pág. 203)

Adoro esse tipo de sabedoria que alguns livros nos oferecem… O tipo que, se você não prestar atenção, pode deixar escapar. 

(…) Dain abriu um sorriso malandro, e, em seus olhos, negros como o pecado, ela viu o diabo que havia dentro do marido rindo. Mas aquele diabo pertencia a ela, e ela o amava loucamente. (pág. 285)

Para finalizar, tanto o post como o livro, nada melhor que uma declaração de amor dessas, né?! 

E vocês? Também tem trechos favoritos do livro? O que acharam?! xx

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