[Resenha] O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares

orfanato4Classificação: ★★☆☆☆
Título:
O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares #1

Título original: Miss Peregrine’s Home for Peculiar Children
Páginas: 336
Ano Edição: 2016
Editor(a): LeYa
Autor(a): Ransom Riggs 
Participações: Marcia Blasques (Tradutor)
Edmundo Barreiro (Tradutor) 

Edição: 
ISBN: 978-85-441-0474-3
Gênero: Fantasia / Ficção / Jovem adulto / Literatura Estrangeira / Romance
Resenha por: Giovanna Cuzziol Longo
imagem retirada do site http://www.amazon.com.br

Sinopse: Esta obra, que combina ficção e fotografia, vai transportar o leitor para uma ilha sinistra no País de Gales, assolada pela Segunda Guerra Mundial. E é lá que o jovem Jacob Portman vai descobrir que existem muito mais coisas neste mundo do que ele pode imaginar. Abraham Portman era sua pessoa favorita em todo o mundo. O avô – que já havia lutado em guerras, cruzado oceanos, morado num circo e sobreviveria até mesmo na selva – vivia contando histórias fantásticas de seus tempos de orfanato, naquela ilha maravilhosa onde sempre era verão e ninguém jamais ficava doente ou morria. Jacob adorava ouvir as histórias sobre as crianças – chamadas de peculiares por seu avô – que podiam levitar, ou ficar invisíveis ou ainda eram mais fortes do que um exército. Mas o tempo passou, e Jacob parou de acreditar em contos de fada, até aquele dia. Ao encontrar o avô morto, Jacob mergulha numa busca por explicações de seu passado naquela tal ilha, que hoje era apenas povoada por escombros de um orfanato, o Lar da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares.

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[Livro x Filme] O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares.

Logo que terminei de assistir O Lar das Crianças Peculiares, corri para as livrarias para me aventurar n’O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares, de Ransom Riggs, porque senti que o filme deixou muita coisa de fora… Quase como se tivesse escolhido uma história gigantesca e a tivesse condensado em trinta minutos de filme – muita informação jogada e sem explicação. Acontece que o meu pressentimento estava certo, e à medida que a leitura fluía, percebi não apenas uma mudança de enredo, mas a prova de que Tim Burton deve ter esgotado sua criatividade ao criar o filme.

Desta forma, acabei me inspirando na criação de uma nova categoria pro Blog: A famigerada batalha de “livro vs filme” ganha o seu espaço aqui no Prateleira de Vidro com o intuito de analisar as duas mídias separadamente e dar a minha opinião de qual é a melhor. Ah, já avisando de antemão: O POST CONTÉM MUITOS SPOILERS! Tanto do livro quanto do filme. Fuja já daqui se não quiser nada disso.

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imagens retiradas do site da Saraiva e do site Leitura em Contexto

Quero começar deixando algumas coisinhas claras… Ambos o livro e o filme são obras sensacionais, cada qual com suas peculiaridades e meu intuito aqui é apenas compará-las e, baseando-me na história principal (nesse caso, o livro), comentar as diferenças de uma e outra e apresentar os possíveis motivos para elas existiram. Novamente: O filme é bom! O livro é ótimo! Tendo isso em mente… Que a guerra comece… Continuar lendo